Um amigo chegou confidenciando que estava observando mudanças nestes últimos anos, a relação com a esposa não é mais a mesma, não que esteja ruim, mas está diferente, não sei se são preocupações com o trabalho, com relações familiares, educação das crianças ou os rumos do mundo de hoje.
Perguntei a ele: Há quanto tempo você não oferece a ela uma flor? Um arranjo de flores?
Ficou pensando…dá para entender faz muito tempo.
E ele disse: Cara o que tem a ver flores, rosas, com a minha preocupação?
Respondi com uma pequena história pessoal.
Quando comecei a namorar era normal, quase que rotineiramente levar flores, confesso que algumas vezes aproveitava de umas roseiras de uma residência que ficava no caminho, “apanhava” algumas e recebia sempre aquele: Oh! Imenso sorriso, você lembrou de mim, agradecimentos, beijos e abraços, tem coisa melhor?
Após alguns anos de convivência, deixei como você está fazendo hoje, de continuar com o hábito tão salutar de oferecer flores, ao ponto de um dia quando lembrei daqueles momentos tão especiais, levei um arranjo de flores e chegando em casa a surpreendi.
Surpreendi tanto que ela me olhou desconfiada e perguntou: O que você aprontou? O que você fez de errado? Faz tanto tempo que você deixou de demonstrar esse carinho tão especial comigo.
Meio sem jeito e desconcertado, expliquei que estava reavivando o hábito de quando começamos a namorar. O retorno foi imediato, agradecimento, beijos e abraços.
Bem a partir desse dia, nunca mais deixei de entregar flores a quem mais amo e estimo.
E para não mais perder momentos como este, fiz um plano de assinatura floral, bem legal com a Taciana da Mais Flor – conheça vale a pena é um lugar muito especial.
Se essa história também cabe a você, é hora de oferecer flores.
Adaptado de um texto de autor desconhecido.