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Visão

Manter-se como um agente decisivo na comunidade e, até 2021, ser referência na busca por soluções de problemas da classe empresarial.

Princípios e Valores

  • Ser a Casa do Empresário
    – Incentivar o associado a buscar sua representatividade, defendendo e oferecendo soluções, unindo forças para ser referência na comunidade.
  • Ser fonte de informações
    – Qualificar e assessorar o empreendedor em suas demandas.
  • Ser ética
    – Ser integro, honesto e transparente.
  • Estimular o Empreendedorismo
    – Inspirar e ajudar pessoas e empresas a realizar.
  • Ser uma entidade apartidária
    – Decidir e agir SEMPRE de forma independente.

Missão

Defender os interesses da classe empresarial através de ações que promovam o desenvolvimento integrado e sustentável da sociedade de Bagé e região.

A história do Comércio em Bagé

O comércio em Bagé teve início, segundo o historiador Tarcísio Taborda, com a fixação das forças militares comandadas por Dom Diogo de Souza, que acamparam as margens do Arroio Bagé, no lugar denominado Passo do Príncipe.

Em 1827, por ocasião da invasão das forças castelhanas, comandadas por Alvear, existiam algumas casas de comércio da iniciada vila, entre elas um armazém muito sortido, que foi saqueado e depredado pelas forças invasoras. Mas a vila crescia a olhos vistos e, na Epopéia Farroupilha, já existia um comércio, tanto que, em 1834, o governo confiou a primeira agência postal ao negociante João Antônio Rosado, o qual, por espírito de colaboração, não cobrou os salários a que fazia jus. Veio depois a estrada de ferro e, com ela, o progresso.

A figura de Emílio Guilayn

Figura marcante na comunidade bageense, tendo contribuído para o desenvolvimento econômico do município, Emílio Guilayn atuou no comércio, na indústria, na pecuária e na política, onde foi eleito deputado estadual. Fundou a primeira casa bancária de Bagé, instalou a energia elétrica na cidade, adquiriu e modernizou o Moinho Bageense, organizou a Charqueada Santo Antônio e foi o primeiro presidente da Associação e Sindicato Rural de Bagé. Trouxe o primeiro automóvel que circulou na cidade, presidiu a Sociedade Espanhola, fez parte da direção da Santa Casa, da Loja Maçônica Amizade e do Guarani Futebol Clube. Teve ainda destacada atuação nos meios empresariais de Buenos Aires, na Argentina, onde fundou a organização Buxton Guilayn e Cia. Em Pelotas, instalou a usina elétrica, a rede de bondes elétricos e uma filial de sua empresa Argentina, que também teve sede em Bagé.